Review: Nova Folha de S.Paulo

Review em tempo real, viu gente.

Peguei o jornal fresquinho lá embaixo. Fresquinho, nada, tá frio, já são 15 pras 11 da manhã (odeio falar quanto tempo falta pra próxima hora. Eu curto é o bom e velho 10&45, não sei o que me deu falar daquela forma. Só eu mesmo, maluquinho, hehe) (já pensou se eu falasse assim!? Chamando a mim mesmo de “maluquinho”?! Teria que estar maluco mesmo. Eu odeio, aliás, pessoas que se adjetivam demais, gostam de se definir como alguma coisa ou outra. Eu só me defino como onanista obsessivo. Tem gente que diz “Eu sou meio maluco mesmo” e eu penso “Não, meu amigo, você não é maluco: você é abobado”. Tem uma diferença aí, TEM, SIM).

Continuemos com o review. A Folha tá no meu colinho, e há uma capa com a minha musa Fernanda Torres segurando um exemplar da Folha, no qual você pode ler a manchete: Enquanto se discutia o futuro do jornal (agora em azul) A Folha fez o jornal do futuro. Meio megalomaníaca, a frase. Enquanto o Estadão reformulou suas páginas mês passado, nós resolvemos correr atrás do prejuízo. Aliás, o site do Estadão ficou bem melhor. Antes era uma merda, Nossa Senhora. Vamos ver como ficou o novo site da Folha.

Gostei do novo logotipo. Simpático. Essa faixa azul, nos cadernos, ficou estranha. No de esportes ficou horrível, já que “esporte” tá escrito no tradicional amarelo, e a faixa é de um azul piscina muito claro, fica horrível de ler. Nos outros ficou de boa.

Bom, foda-se o site, vamos voltar à belezinha que está no meu colo: Fernanda Torres. Eu faria sexo com toda a certeza com a Fernanda Torres. Nossa. E qualquer uma. A Fernanda Torres do passado, novinha, a do presente, magrinha, e até mesmo a do futuro, em decomposição. MAS UM FUTURO DISTANTE, FERNANDINHA. Eu casaria com ela, com certeza. No civil e no militar, como dizem por aí.

Vamos postar uma foto da Fernandinha, pra alegrar o post.

qq isos fernanda

Nossa. Tive uma dificuldade enorme pra escolher uma foto da Fernandinha pra colocar aqui, porque, pra mim, ela tá LINDA EM TODA AS FOTOS.

Fernanda, te amo.

Agora, continuando com o review.

Desdobrando a capa, mais embaixo o texto continua, mas é uma merda. Aquele monte e clichés que você, assim como eu, viu nas propagandas na tevê, com a Fernandinha falando sentada num banco da Oscar Freire. Fernandinha, eu te amo, meu amor. Agora a Folha me convida a virar uma página no jornalismo brasileiro. Bem-vindo ao futuro. Uhhh!! Quanta expectativa!

Virei. Uma propaganda enorme do Itaú. Não vou mudar de banco, obrigado, a vida continua, viremos mais uma (vou virar página por página aqui, até dos classificados, então prepare-se para um post monumentalmente chato).

Tã-rã! Tá diferentinho. Mudaram a fonte, tá mais grossa, meio arredondada. Não sou nenhum conhecedor de tipos, mas a diferença é visível. Carlos Heitor Cony falando as merdas dele, deixa o velho. Prefiro o Ruy Castro – não confundir com Rey Castro – que traduziu os livros do Woody Allen – não confundir com o personagem ficcional Woody Allien, criado por Rodrigo Lazaresko Madrid, que consistia num alienígena de origem judia e cineasta pretensamente intelectual. Como diz minha vó: não confunda cu com bunda.

Bom, gostei da nova Folha. Tá simpática. Lembra o Metro, o maior jornal do mundo (toma essa, Otávio).

Opa, abrindo o caderno Mundo, outra musa de Rafael Zanatto: Fatima Bhutto, sobrinha da premiê pasquistanesa que foi assassinada em 2007, Benazir Bhutto. Disseram, uma vez, que o George Clooney tava pegando a Fatima. Nada mal. Uma foto da Fatima, pra vocês:

qq isos fatima

Nossa, que mulher bonita. Mas vamos continuar, antes que o post se desvie, e Rafael Zanatto acabe criando uma lista sem fim de mulheres que ele acredita serem uma mais bonita que a outra. Fatima, eu casaria com você, teria vários filhos, e no feriado a gente iria viajar todo mundo pro campo, faria pic-nic no gramado, e, quando as crianças todas fossem pra cama, eu faria amor com você.

Esporte em formato tablóide, agora. Lúcio abraçando Julio César, campeões da Champions. As colunas agora são colunas de verdade, na vertical. Estava pensando sobre isso hoje mesmo: textos longos em itálico são um saco. Opa, tem uma do Tostão. Vou ler.

O Tostão é demais. O caderno de esportes geralmente é um saco, cheio de groselha, não leio nada. Mas quando tem uma do Tostão, faço questão de parar e ler. São sempre muito inteligentes. Tostão, eu te amo.

qq isos tostão

Já pensou um álbum de figurinhas com o Tostão? Bem melhor que ficar colando Gilberto Silva, Felipe Melo, Josué. Tostão, eu te amo!

Tem um caderno falando só da reformulação na Folha. E falando em detalhes. É o que chamam, no jargão jornalístico, de masturbação.

Vários cadernos pelos quais não sinto a menor atração. Jogo-os todos no chão. Agora, meu favorito, e a grande novidade: Ilustrada e Ilustríssima. Poderiam ter feito igual ao Estadão, pensado no assunto. Foram fazer na pressa, correndo atrás do prejuízo, acabaram escolhendo esse nome nada a ver, Ilustríssima. Que papo.

Ilustrada com capa sobre LOST. Aí, sim, hein! To gostando! Os quadrinhos continuam os mesmos. Odeio o Garfield, e o Hagar só leio sem querer. Eu curto o Adão Iturrusgarai. Talvez pelo nome sensacional dele. FETICHE BASCO! O Laerte eu não gostava, mas agora eu adoro. E o Angeli nem quadrinho faz mais. Só manda um desenho qualquer (ou qualquer outra coisa), e todo mundo adora. Eu incluso.

Aliás, um cara da faculdade da Stela ganhou o Concurso de Ilustração da Folha. Maluco desenha demais, viu, fi. Stela me mostrou o blog dele, onde tem mais desenhos. Vamos ver se eu acho no histórico. Aqui. Cacete. O maluco é um perigo, hein! Vendo esses desenhos, dá até vontade de pegar este lápis extremamente afiado que tá em cima da minha mesa e enfiar no meu olho. Cacete! Não sabia que alguém poderia desenhar tanto. Não sabia que esse tipo de habilidade atingia um nível desses. Fotografia eu acho uma merda, mas desenho é coisa séria!

Cacete que bebi ontem, to numa arrotação. Quase vomitei dormindo. To com uma azia das boas, tá queimando tudo aqui dentro. Quase vomitei agorinha mesmo, uma garfada fresquinha de comida que eu tinha acabado de mandar pra dentro. Nossa, e to com a língua machucada. Dei-lhe uma mordida digna de prêmio em dinheiro, ontem. Puta que pariu. lembrei da piada que meu pai adora. Quando eu ou meu irmão dizemos que queremos comer carne de porco, ele fala “Então morde seu irmão na bunda”.

Ilustríssima. A capa é sobre crack, a droga da moda. Acho que vou começar a usar, ver qualé que é a onda que tá todo mundo curtindo! A coluna do Dimenstein é sobre crack também. Esse adora um crack. E odeia a USP. Isso, sim. Esse cara é chato pra caralho. Morra, Dimenstein!

Orra! Uma crítica sobre três obras relacionadas ao Sergio Buarque de Holanda feita pelo Júlio Pimentel Pinto! O Júlio é excelente! Um dos melhores professores que eu tive na faculdade, de longe. E a Folha tava se gabando que teria um Turguêniev inédito, é uma porra dum poema minúsculo. O povo quer prosa! Foram fazer na pressa, deu tempo de traduzir só um poeminha! Arrombados!

Moral da história: faria sexo com pelo menos duas mulheres apresentadas no jornal.

Moral do dia: cheguei em casa, peguei o jornal, sentei aqui, escrevi essa merda, e agora já tenho que sair. O TEMPO ESCORRE POR ENTRE OS MEUS DEDOS.

Moral do almoço: bife à milanesa com arroz com molho de tomate com sardinha – não tá combinando.

Agora eu vou embora! Depois eu volto! Tentem não morrer por aí, que eu to tentando aqui!

Leave a comment

Filed under Capitalismo, Futebol, qq isos morena, Ressaca, Review, TL;DR

Leave a Reply

Fill in your details below or click an icon to log in:

WordPress.com Logo

You are commenting using your WordPress.com account. Log Out / Change )

Twitter picture

You are commenting using your Twitter account. Log Out / Change )

Facebook photo

You are commenting using your Facebook account. Log Out / Change )

Google+ photo

You are commenting using your Google+ account. Log Out / Change )

Connecting to %s