Os amores de Rafael – parte 1

MEU TIPO DE MULHER

Meu tipo de mulher, vocês sabem, é: delicinha, depiladinha e sem calcinha. Os três inhas. Ou os dois Ds e o um C. Ou dedecê. Ou qualquer outra coisa, sei lá! Porra! Que interessa isso?!

DELICINHA, DEPILADINHA E SEM CALCINHA

RAFAEL VOCÊ TEM CERTEZA QUE É UMA BOA IDÉIA FALAR ESSAS COISAS AQUI?

Ô, porra, me deixa. Nem comecei a escrever, você já vem me atrapalhar. Espera aí, depois a gente se fala.

MAS E SE SUA MÃE LER ISSO AQUI

Mano, que minha mãe ler isso! Cacete! Vai, depois a gente se fala.

BELEZA MAS PENSA BEM NO ASSUNTO

Tá..

DELICINHA, DEPILADINHA E SEM CALCINHA

E como Rafael chegou a esse denominador comum? Vamos fazer uma pequena retrospectiva dos grandes amores da minha vida – e como eu sempre quis fazer sexo com eles, mas nunca consegui.

Amor nº1: Menininha da escola que eu vi o peito pela abertura da  regata

Seu nome obviamente não será divulgado, primeiro pra não causar constrangimento para a menina, e segundo porque esqueci o nome dela.

Série, que série que era? Sei lá! Éramos jovens, estudávamos à tarde! Lá estava eu, sentado  na minha carteira e vejo mais à frente, à diagonal, à minha esquerda a menina por quem eu era apaixonado. Ela não era particularmente bonita. Boca grande, testa larga, horrível de doer. Sei lá por que eu era apaixonado por aquela porra, mas era. E naquele momento, eu olhei, à frente, à diagonal e à esquerda, e vi, enquanto ela levantava o braço direito para arrumar o caderno, eu vi, eu pude vislumbrar, notei pela abertura da sua regata seu mamilo, seu pequeno mamilo. Não que me chamasse alguma atenção, pois ela não tinha peitos. Ninguém tinha peitos. Aquilo deveria ser terceira, quarta série no máximo. Mas eu vi, eu vi seu mamilo pré-púbere pela abertura da sua regata, e aquilo ficou marcado na minha retina, e gravado no meu cérebro. Não havia nada: ela não tinha peitos, eu não batia punheta, nada. Ficou marcado simplesmente por ser algo proibido. Por ser uma visão ilegal, invasiva. Vi algo secreto dela, algo privado, íntimo, que fica escondido no dia-a-dia. E isso é o que importa, não é, pessoal?!

Conclusão: grandes bostas de história.

GRANDES BOSTAS MESMO

Mano, você ainda tá aí?

TO TO AQUI NO CANTINHO QUIETINHO

Quietinho… fica quieto aí, deixa eu terminar.

BLZ FOI MAL

Amor nº2: Menina que fazia inglês comigo

Por esta eu me perdi de amor – amor nunca correspondido, fique claro. Será que ela ainda pensa em mim?! Com toda certeza não. E posso afirmar que nem nunca pensou. No máximo desejou minha morte, enquanto eu desejava possuí-la. Esta história já avança alguns anos, e eu, sim, batia punheta e fantasiava violentamente alguma oportunidade de sexo. Estávamos no meio da aula de inglês, a sala como de costume, toda sentada em cadeiras dispostas pelas paredes – todos se viam. Todos se viam, mas nem todos viam o que eu vi. E por isso usei meu cotovelo para cutucar Thiago Aparecido Okuhara, meu amigo, e apontei com o indicador, do outro lado da sala. Ele colocou as mãos sobre a boca e curvou-se pra frente, em pânico, desespero, perplexidade e luxúria. Arregalou seus olhinhos semi-orientais pra mim como se falasse CARA!!!

Cara!! Ela estava lá, sentada de frente pra mim. Essa menina era uma graça. Baixinha, tinha as batatas das pernas mais grossas que meu pescoço, e não tinha dó de sair por aí exibindo aquelas duas colunas bronzeadas como se fosse normal. No shortinho de ginástica, expunha as duas coxas igualmente maravilhosas, que me fazia conjugar o verbo to be com uma saliência pouco invejável nas calças. Ela estava lá, sentada de frente pra mim, e enquanto uma das suas maravilhosas pernas repousava costumeiramente com o pé no chão, a outra estava sobre a cadeira, o joelho dobrado no alto, maravilhosa, e eu via pela abertura do seu shortinho, eu via a protuberância almofadada de sua calcinha de algodão. Never been there, never done that, mas eu já tinha o impulso de sair ajoelhado da minha cadeira, rastejar pelo chão até o outro lado da sala, tocar aquela perna grossa e bronzeada com as mãos sofregamente e subir de novo nos meus joelhos para observar tocar e beijar qualquer coisa que se insinuasse pela abertura do shorts que ela, descuidada, permitia que eu visse.

Amor nº3: Molhadinhas depois da piscina

Esta é mais hardcore. Lá em Minas (Gerais, sua anta), depois da piscina, todos sentados na varanda do vizinho da minha vó. Sentei-me no murinho e estava lá, apoiando as mãos nos joelhos magros, só de bermuda. Vem a filha do vizinho e sua prima. Duas maravilhosas obras da arquitetura de Deus (ou do Diabo). A filha do vizinho, uma morena impossível de não se qualificar como gostosa. Seios fartos, coxas grossas, bundinha arrebitada. Sua prima, de uma beleza mais sutil e rara, tinha os olhos azuis e o cabelo castanho enrolado – seios pontudos e firmes, maravilhosos. Este pobre rapaz, Rafael, ainda antes de ser o herói da molecada, sentado magrelamente observa as meninas chegando, ofuscado pelo sol a pino de Minas (Gerais, sua anta), suas pobres pupilas se retraindo, acostumadas à luz artificial de casa, seus pés brancos acostumados a calçar tênis, um pobre rapaz deslocado de seu habitat, vê duas meninas se aproximando, cobertas de respingos d’água, para minha surpresa, colocam um pé no murinho, sobem, e ficam por lá. Agora eu as observo como observo o sol, olhando pra cima, ofuscado, aquelas coxas enormes e morenas, fortes, firmes, a 10 centímetros do meu rosto, eu olho, e suas virilhas estão exatamente na altura dos meus olhos. Vejo as partes de baixo de seus biquínis, ainda úmidos, e lá, olhando mais a fundo, vejo o contorno, perfeito e irrefutável, delas, delas delas.

Amanhã: O amores de Rafael – parte 2! Imperdível!

CABOU?

Cabei.

VAMOS FAZER AQUELE NEGÓCIO AGORA?

Vamos.

Amanhã: O que é aquele negócio que Rafael vai fazer com o homem que fala em caps lock?!

Muitas emoções, poucas teorias, nenhuma resposta!

1 Comment

Filed under Coitado do Manolo, Mulheres gostosas, Pedofilia é crime, Peitos, Punheta, Putaria e abominação, qq isos morena

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