Eu te amo, Rafinha

Hoje é dia de dar uma espiadinha no passado!

Hoje é dia de

FLASHBACK!

Flashback, manolo!

Mentira!

Hoje é dia, isso sim, de um belo

BALANÇO DO BLOG!!

Mentira! Tampouco!

Hoje é dia de jogar conversa fora com papos que não têm nada a ver!

-Ebaaaa!!!

E sobre o que vocês querem falar, criançada?!

-Sobre ecologiii-aaaaaa!

Boa! Ecologia!

ECOLOGIA Q&A

Pra que serve? Pra torrar meu saco!

Quem gosta? Malucos chatos.

Minas gostosas são ecológicas? Bom, algumas, talvez.

Você quer comer essas minas gostosas, apesar de serem ecológicas? Sim; menos do que as antiecológicas, mas comeria ainda assim.

Você gosta de levar uma vida saudável com alimentação equilibrada? Não, mas que isso tem a ver?

Você usaria casacos de pele? Não, por que eu usaria um negócio desses?

É natural se antiecológico? .. talvez.. ?

Você apóia o derramamento de pretóleo no golfo do México? É petróleo.

Petróleo. Como assim? Como eu apoiaria uma coisa dessas?

Você disse que apoiava a desmatação da Amazônia. É desmatamento.

Desmatamento. Que mentira, eu nunca disse isso!

Disse sim, eu vi. Viu onde?

No blog do seu amigo. Que amigo?

Seu amigo. Que amigo, caralho?!

O seu amigo, que escreve em caps locke.

BOMBA BLOGOSFERA

Aliás, que termo idiota, né? Blogosfera. E a masturbofera? Muito mais evoluída, atuante e consolidada, acima de tudo. Desde que me conheço por gente eu bato punheta na internet.

Quê?

Nada a ver esse papo.

CARTAS DOS LEITORES

Carta 1:

Rafinha, é verdade que você tá tendo altas dificuldades pra formatar seu blog e, inclusive, agora mesmo, pra colocar esta caixa de aspas aqui?

Anônimo Barreto, Vila Velha -ES

Sim, anônimo, é verdade. Eu sofro com essa porra de vez em quando.

Carta 2:

Rafinha, você já viu 2001 – Uma Odisséia no Espaço?

Claudionor Robsmorrison Júnior Alves, Brasília -DF

Nunca vi.

Comunidado: Acabaram as cartas por falta de interesse do público e do autor.

Agora, alguma coisa que o público vai gostar! Isso! Alguma coisa pra fazer ficarem de pé os cabelinhos dos meus leitores mais apaixonados que pesquisam coisas como Cantos eróticos zoofilia” (cantos mesmo) e “Lionel Messi batendo punheta” aqui no blog. Hoje é dia de uma

Historieta de Rafael

Nesta historieta nosso amigo e herói Rafael está se preparando para ir a uma festa muito popular e famosa chamada Festa Italiana, celebrada ano após ano, e esta é a primeira vez que ele vai a esta festa depois de se formar na escola e ingressar na faculdade. Nem muita coisa mudou, na verdade nada. Apenas seus cabelos, que agora crescem após terem sido raspados no trote quando da sua matrícula. Ele vai à festa, e lá ele encontra com um grupo de garotas (ele conhece uma ou duas). Uma dessas garotas (nem a uma, nem a duas) o pega pelo braço, visivelmente bêbada, e diz “Rafinha, eu te amo!” (Utilizei Rafinha ao invés do meu odioso apelido de antigamente para preservar minha própria pessoa, e já que eu to inventando aqui, vale tudo né?)

SÓ NÃO VALE DAR O CU

Haha é verdade. Mas agora dá licença.

VOCÊ ENTROU NO MEU BLOG?

É! Não! Depois quero saber dessa história! Agora dá licença.

RSRS

-Rafinha, eu te amo!

-Hã, eu, quê?!

Mas, tudo bem, já que ela me pegou pelo braço dizendo que me ama, vamos dar uma olhada nesse tal de AMOR.

Fomos dar uma olhada naquele amor, num beco escuro, caminho dos vestiários. Lugar ermo, distante da iluminação e dos bons costumes, eu guiei o caminho. Era um amor arrebatador, já que ela não cessava em momento algum de exprimi-lo em palavras (em sexo, nada). Tanto nada que ela estava caindo de amores e de bêbada,

-Rafinha, eu te amo! Eu li seu fotolog hoje, eu te amo!

E eu,

-Hã, dahora, você, hã, qual seu nome, aliás?

-É tal. (não lembro agora)

-Hã, e você, você então, leu meu fotolog – e me ama?!

-É, eu te amo, Rafinha, vamos casar?

Aquilo estava indo longe demais. Na verdade, não tão longe quando eu gostaria, então eu falei,

-Vamos ali praquele lado depois do muro.

Fomos ali praquele lado depois do muro, ela com as pernas bambas de amor (e de álcool – os sintomas são muitas vezes semelhantes), sentamo-nos escorados no muro e eu tentava que tentava  enfiar a minha mão dentro das suas calças (tava foda). Ela não parava de se declarar, e eu só queria que ela facilitasse as coisas. Então eu ouvi um guarda chegando, mas não me dei ao trabalho de interromper o serviço, e continuei tentando invadir suas propriedades com minha mão direita, só que mais discretamente. Não foi o bastante pro guarda, que chegou viu e disse

-ÁREA.

Demos área, e eu bancando o pacificador

-Hehe, olha só, não sabia que não podíamos ficar aqui, estávamos só sentados.

E ela, minha pretensa futura esposa, aparentemente ignorando a presença do guarda,

-Eiiiiii – totalmente embriagada – por que você tá tentando enfiar a mão na minha calçaaa?

Shhh! Ai, meu Deus, tamo indo, tamo indo! Valeu, opa, foi mal!

E, assim, o guarda abreviou aquele romance incipiente entre dois jovens. Nunca mais vi aquela menina, e nem me recordo do nome dela. E nem gostosa ela era! Isso à parte, ela me amou profundamente aquele dia. Profundamente, mas não profundo o bastante.

Nos próximos posts:

-O homem de Caps Locke tem blog?

-Flashback, manolo?

-Balanço do Blog?

-Hein?

-Nada, não.

-Falou.

-Valeu.

1 Comment

Filed under Blog, cersibon, Maluco chato, Não foi bem assim, Punheta, Putaria e abominação, Que papo é esse?, Seres Humanos Reprováveis

One response to “Eu te amo, Rafinha

  1. Luciana

    Tá. O que eu tirei de importante desse texto: vc não gosta que te chamem de Fafá!?! Estou em estado de choque. Volto mais tarde depois que eu me recompor.
    Obrigado.

Leave a Reply

Fill in your details below or click an icon to log in:

WordPress.com Logo

You are commenting using your WordPress.com account. Log Out / Change )

Twitter picture

You are commenting using your Twitter account. Log Out / Change )

Facebook photo

You are commenting using your Facebook account. Log Out / Change )

Google+ photo

You are commenting using your Google+ account. Log Out / Change )

Connecting to %s